A Agere mapeia as tarefas manuais e repetitivas da sua operação — conciliação, digitação entre sistemas, download de documentos — e coloca cada uma para rodar sozinha, com preço e prazo fechados.
Nenhuma delas aparece no orçamento como custo. Todas consomem salário de gente qualificada e produzem erro quando o volume cresce.
Alguém do financeiro cruza extrato bancário com títulos no ERP, linha por linha, até fechar. Todo mês, mesmo trabalho, mesmo prazo apertado.
Pedido que sai do portal do cliente e entra no ERP na mão. Nota que vira lançamento. Cadastro que precisa existir em dois lugares.
NF-e, boleto, extrato, guia de imposto, certidão. Login, filtro, download, renomear, salvar na pasta certa. Repete por fornecedor, repete por filial.
Relatório gerencial montado a partir de três exportações e um copiar-colar. Quando a pessoa falta, a diretoria fica sem número.
O sistema lê o extrato, casa com os títulos em aberto e separa só as divergências. Sua equipe passa a analisar exceção em vez de conferir linha certa.
ERP, portal do cliente, e-commerce, planilha da operação. O dado entra uma vez e aparece onde precisa — inclusive em sistemas sem integração pronta.
Notas, boletos, extratos e guias baixados dos portais, lidos, nomeados e arquivados no padrão da sua empresa — e já lançados quando fizer sentido.
Uma a duas semanas acompanhando sua rotina. Saímos com a lista de processos candidatos, horas consumidas hoje e estimativa de horas devolvidas.
Escolhido o processo, escrevemos o que a automação faz, o que não faz e como se comporta em exceção. Você aprova esse documento antes de qualquer código.
Construção e testes com dados reais da sua empresa, em paralelo à operação atual. Sua equipe valida o resultado antes de a rotina manual ser desligada.
A automação roda com monitoramento: se falhar, o alerta chega para nós antes de virar problema seu. Mensalidade fixa, com ajuste incluído quando o sistema muda.
O modelo comum no mercado é hora aberta: o fornecedor cobra pelo tempo que levar, e o tempo que vai levar ninguém sabe. Projeto que estica vira negociação todo mês.
Aqui é diferente. Depois do diagnóstico, cada automação vira uma proposta com valor único e data de entrega. Se levar mais tempo do que estimamos, o problema é nosso.
A Agere é conduzida por um time de desenvolvedores sênior e arquitetos de software, com automações em produção rodando diariamente em rotinas financeiras e operacionais.
Domínio dos sistemas de gestão usados no Brasil e das particularidades locais — nota fiscal eletrônica, portais bancários, obrigações acessórias. Não é time júnior aprendendo no seu projeto.
O diagnóstico tem valor fechado e é a única coisa que você contrata no começo — ele existe justamente para você decidir com número na mão. Cada automação depois vira uma proposta própria, com valor único, e só avança se o retorno em horas justificar. A sustentação é uma mensalidade fixa por automação em operação.
Diagnóstico: 1 a 2 semanas. A primeira automação normalmente entra em operação entre 3 e 6 semanas depois da aprovação do escopo, dependendo de quantos sistemas ela toca e do acesso que precisamos. A data vai na proposta — não é estimativa solta.
Sistemas mudam — portal atualiza tela, ERP sobe versão. Por isso toda automação nossa roda monitorada: se uma execução falha ou sai do padrão esperado, o alerta chega para nós, normalmente antes de alguém na sua equipe perceber. O contrato de sustentação cobre o ajuste dessas quebras; você não recebe orçamento novo porque o fornecedor do seu ERP mudou um botão.
Em 1 a 2 semanas você recebe a lista dos processos que valem automatizar na sua empresa, quantas horas cada um consome hoje e quanto dá para devolver. Com esse documento você decide — inclusive decidir não seguir.
Respondemos em até 1 dia útil com duas opções de horário para a conversa inicial de 30 minutos.